Boletim do PT Paranoá e Itapoã

O BRASIL CAMINHOU CERTO NESTES 4 ANOS

Esses dados refletem o esforço do Governo LULA para promover crescimento econômico, geração de emprego, redução das desigualdades e melhoria da qualidade de vida da população brasileira

 1. Emprego em alta: Desemprego caiu para 5,8%, o menor nível registrado em mais de década.

2. Combate à fome: o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome da ONU, e cerca de 15 milhões de brasileiros deixaram a situação de insegurança alimentar grave.

3. Bolsa Família fortalecido: atendendo cerca de 20 milhões de famílias, com benefício mínimo de R$ 600, e adicionais para crianças, gestantes e adolescentes.

4. Moradia: o Minha Casa, Minha Vida retomou sua expansão, com mais de 2,1 milhões de moradias contratadas, entregues ou em execução.

5. Investimentos: o Novo PAC prevê investimentos de aproximadamente R$ 1,7 trilhão em infraestrutura, saúde, educação, habitação, energia e logística para impulsionar o desenvolvimento do país.

JÁ AQUI NO DISTRITO FEDERAL...

A CONTA CHEGOU: IBANEIS DESISTE, MAS O DF NÃO PODE PAGAR PELOS SEUS ERROS

 A desistência de Ibaneis da disputa ao Senado ocorre em meio ao desgaste político provocado pelo DESGOVERNO IBANEIS/CELINA LEÃO, no caso envolvendo o Banco Master e o BRB, que abalou a credibilidade de um dos principais patrimônios públicos do Distrito Federal.

Quem governa hoje é Celina Leão, vice de Ibaneis durante todo esse período e integrante do mesmo projeto político. Por isso, não basta falar em renovação: é preciso explicar à população como pretende enfrentar os problemas herdados.

O BRB pertence aos brasilienses e deve ser administrado com transparência, responsabilidade e respeito ao dinheiro público. A sociedade espera a completa apuração dos fatos, a responsabilização de eventuais irregularidades e um governo comprometido com o interesse público.

O Distrito Federal precisa virar essa página com ética, transparência e responsabilidade.

CRAS DO PARANOÁ: TOTAL ABANDONO

A população do Paranoá e do Itapoã recebeu com indignação as reportagens divulgadas na semana passada sobre as condições do CRAS do Paranoá. As denúncias apontam a presença de ratos na unidade e a suspeita de um saruê morto na caixa d’água, revelando graves problemas de higiene, manutenção e infraestrutura que, se confirmados, colocam em risco a saúde de servidores e usuários.

A situação agrava problemas já conhecidos, como filas, falta de servidores e estrutura inadequada para atender a população mais vulnerável.

Diante desse cenário, exigimos que o Governo do Distrito Federal realize a recuperação da unidade, reforce a equipe de profissionais e garanta um atendimento digno, seguro e humanizado.

OPORTUNISMO ELEITOREIRO DO GDF NO ITAPOÃ:

Cadê as galerias de águas pluviais?

Na época da chuva a comunidade é quem sente…

Toda obra de pavimentação representa um avanço para a comunidade. Ninguém é contra a melhoria do asfalto na Fazendinha, no Itapoã. O que a população questiona é a inversão de prioridades do Governo do Distrito Federal. Parece o velho oportunismo de tempos eleitorais: fazer obras que o povo enxergue. Antes do recapeamento, deveriam ser realizadas obras estruturantes, como drenagem e galerias de águas pluviais. Sem essa infraestrutura, os alagamentos e a erosão continuarão comprometendo o próprio asfalto e desperdiçando recursos públicos.

A comunidade espera mais do que obras superficiais. Espera planejamento, infraestrutura básica e soluções definitivas para os problemas históricos da região. O desenvolvimento do Itapoã começa pelas obras essenciais, e não apenas pra chamar atenção em tempo de eleição.

 

Brasília: O Abismo da Desigualdade em uma Capital de Contrastes

Brasília é um monumento à desigualdade. Com um índice de miséria  alarmante, a capital federal figura entre as cidades mais desiguais do planeta, refletindo um projeto urbanístico e econômico que segrega seu povo. Enquanto o centro do poder ostenta rendas que rivalizam com as nações mais ricas, as periferias do Distrito Federal enfrentam a dura realidade da precarização.

Existe uma dialética perversa entre os salários dos servidores públicos e as demais categorias laborais. Embora a estabilidade do funcionalismo sirva como um “colchão” social, ela é utilizada pela elite política como cortina de fumaça para esconder a ausência de direitos da maioria. Enquanto o governo federal busca a valorização do serviço público, o governo do DF promove o desmonte sistemático, enfraquecendo carreiras essenciais e terceirizando o Estado.

O desemprego estrutural é mascarado por programas como o “RenovaDF”. Sob uma roupagem de oportunidade, a iniciativa condena seus beneficiários a uma “roda viva” de trabalhos temporários e de baixa remuneração, mantendo-os eternamente na base da pirâmide salarial. O viés racial é inegável: essa fila de empregos precários é composta majoritariamente por homens e mulheres negros, que, mesmo com qualificação, encontram barreiras intransponíveis no mercado de trabalho formal.

Enquanto a União articula políticas de educação, saúde e distribuição de renda, o GDF responde com um assistencialismo pontual e ineficiente. A dinâmica da fila de empregos no DF é o espelho da cidade: um mercado que reserva o topo para poucos, garantindo super-salários em redutos como Lago Sul e Águas Claras, enquanto a periferia sobrevive da sobrevivência.

Para romper com essa estrutura, é urgente que 2026 seja o ano da mudança. A eleição de uma robusta bancada de esquerda para a CLDF e a vitória de Leandro Grass para o governo são passos fundamentais para refundar Brasília, transformando-a em uma cidade onde o trabalho seja digno e a riqueza, finalmente, pertença a todos e se alinhando com o Governo Lula na construção de um país mais justo e fraterno.