O pior governo que a capital do país já teve
Post: Celina Leão, a pá de cal no GDF
Gestão Ibaneis-Celina enfrenta sucessão de crises e denúncias no Distrito Federal
O (des)governo Ibaneis/Celina está atolado em um mar de denúncias jamais visto na história de Brasília. Entre os pontos críticos, destaca-se a polêmica parceria com o Banco Master, além de acusações de má gestão de recursos públicos que totalizariam R$ 30 bilhões oriundos do Banco de Brasília (BRB).
Saúde e Educação sob suspeita
O setor de saúde pública atravessa um desmonte acentuado pelas irregularidades no Iges-DF. A crise institucional se agravou com a nomeação do então presidente do instituto para o cargo de Secretário de Saúde em meio a turbulências na pasta.
Na educação, a gestão é marcada por contratos de aluguel suspeitos de superfaturamento. Entre as medidas questionadas, estão:
- A transferência da Secretaria de Educação para um shopping center.
- Casos registrados de distribuição de alimentos impróprios para o consumo.
- A reprovação de contas devido a investimentos abaixo do limite constitucional de 25%.
- Instalação do programa de gestão compartilhada em escolas públicas.
Neste início de ano, além da crônica carência de professores efetivos — atenuada pela conquista da greve de 2025, que resultou na nomeação de 3 mil docentes em um cenário de quase 10 mil vagas em aberto —, persiste o martírio dos profissionais contratados em regime temporário. Já se somam dois meses de vencimentos incorretos e pagamentos incertos. Quem consegue trabalhar sem a garantia de seu salário?
Crise na Segurança e Feminicídios
O sistema de segurança pública também apresenta sinais de colapso. A Polícia Militar opera atualmente com um déficit de 40% no efetivo. Além da falta de pessoal, a categoria enfrenta uma crise sanitária interna: cerca de um terço dos policiais está afastado por problemas de saúde mental.
Somado ao cenário de precarização institucional, o Distrito Federal registra um aumento alarmante nos índices de feminicídio, consolidando o que críticos e órgãos de controle definem como uma crise generalizada nos serviços essenciais da capital. Celina assume GDF sob sombra de denúncias e desgaste político.
Nova Governadora, velhas maracutaias
No último dia 30 de março, após a renúncia de Ibaneis Rocha, Celina Leão assumiu o Governo do Distrito Federal (GDF). Vice-governadora e braço direito do ex-governante, Celina consolidou sua ascensão pública sob a influência do clã Roriz. Sua trajetória, contudo, é marcada por controvérsias e traição: após desavenças com Jaqueline Roriz, veio à tona um esquema envolvendo sobras orçamentárias da Câmara Legislativa e empresas prestadoras de serviços de UTIs. O suposto pagamento de propina chegaria ao montante de R$ 30 milhões.
Embora tenha sido absolvida da acusação de corrupção passiva, a governadora ainda responde a processo por improbidade administrativa. No processo, diversas provas foram validadas pela Justiça, o que coloca em xeque sua tentativa de se distanciar dos escândalos em governos de direita que historicamente assolam o Palácio do Buriti.
Herança apodrecida
Como parte ativa da gestão anterior, Celina herda um “buraco financeiro” e uma base aliada na Câmara Legislativa que, detentora da maioria absoluta, é acusada de conivência com irregularidades, incluindo a crise do Banco Master. Ao votar projetos majoritariamente contrários aos interesses da população, o Legislativo local torna-se, para muitos, o reflexo do descaso que envergonha a capital.
Paranoá e Itapoã: o retrato do abandono
Para as regiões do Paranoá e Itapoã, a continuidade do grupo político de Celina representa a manutenção de um desastre administrativo. Enquanto ônibus novos circulam em áreas nobres como Águas Claras, o transporte nessas comunidades permanece em frangalhos.
A realidade local é dura:
- Educação: Escolas superlotadas e apenas quatro creches conveniadas para uma população de 160 mil habitantes.
- Saúde: Postos de saúde sem médicos, hospitais sem atendimento e UPAs operando em capacidade mínima.
Asfalto “caça-níqueis” e falta de planejamento
Mesmo após quatro trocas de pavimentação, as avenidas permanecem esburacadas. O projeto urbano é visto como deficiente e desconectado da realidade, consumindo milhões de reais em obras que são difíceis de fiscalizar. O sentimento da comunidade é claro: a população não quer apenas asfalto, quer respeito.
Mudança na administração: “Seis por meia dúzia”
Devido à janela partidária e às regras eleitorais, o Paranoá teve troca na administração regional. Assumiu o Sr. Wagner, anteriormente gerente de Cultura — pasta que, sob sua gestão, sofreu com o abandono e o desmonte de políticas públicas.
Wagner é criticado por transferir a responsabilidade do sucateamento da cultura aos próprios artistas locais. Sua nomeação, vista como estratégica para manter o controle financeiro sobre os recursos da cultura por parte desse grupo político, atropelou as regras e nem passou por uma nova eleição, para então formar a obrigatória lista tríplice.
Nossa proposta de mudança
Cabe, agora, ao povo do Distrito Federal escolher um novo perfil para o GDF: alguém que possua a alma brasiliense, que zele pela gestão de nossa capital e que tenha um histórico político ilibado e reconhecido. Nós, do Partido dos Trabalhadores, acreditamos e garantimos que o melhor nome para recuperar a imagem, a estrutura e a vitalidade da capital de nosso país é Leandro Grass.